Suponha que você seja um consultor e
foi contratado para assessorar a implantação de uma matriz energética em um
pequeno país com as seguintes características: região plana, chuvosa e com
ventos constantes, dispondo de poucos recursos hídricos e sem reservatórios de
cobustíveis fósseis.
De acordo com as características
desse país, a matriz energética de menor impacto e risco ambientais é a baseada
na energia:
a) dos biocombustíveis, pois tem menos impacto abiental e maior
disponibilidade.
b) solar, pelo seu baixo custo e pelas características do país
favoráveis à sua implantação.
c) nuclear, por ter menos risco ambiental a ser adquadeada a locais
com menor extensão territorial,
d) hidráulica, devido ao relevo, à extensão territorial do país e
aos recursos naturais disponíveis.
e) eólica, pelas características do país e por não gerar gases do
efeito estufa nem resíduos de operação.
Fonte: rachacuca.com.br
De repente,
sente-se uma vibração que aumenta rapdamente; lustres balançam, objetos se
movem sozinhos e somos invadidos pela estranha sensação de medo do imprevisto.
Segundos parecem horas, poucos minutos são uma eternidade. Estamos sentindo os
efeitos de um terremoto, um tipo de abalo sísmico.
ASSAD,
L. Os (não tão) imperceptíveis movimentos da Terra. ComCiência: Revista
Eletrônica de Jornalismo Científico, n.º 117, abr. 2010. Disponível em:
http://comciencia.br. Acesso em: 2 mar. 2012.
O fenômeno físico descrito no texto
afeta intensamente as populações que ocupam espaços próximos às áreas de:
a)
alívio da tensão geológica.
b)
desgaste da erosão superficial.
c)
atuação do intemperismo químico.
d)
formação de aquíferos profundos.
e)
acúmulo de depósitos
sedimentares.
Fonte: rachacuca.com.br
A
partir dos anos 70, impõe-se um movimento de descocentração da produção
industrial, uma das manifestações do desdobramento da divisão territorial do
trabalho no Brasil. A produção industrial torna-se mais complexa,
estendendo-se, sobretudo, para novas área do Sul e para alguns pontos do
Centro-Oeste, do Nordeste e do Norte.
SANTOS,
M.; SILVEIRA, M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI.
Rio de Janeiro: Record, 2002 (fragmento).
Um fator geográfico que contribui
para o tipo de alteração da configuração territorial descrito no texto é:
a) Obsolescência dos portos
b) Estatização de empresas.
c) Eliminação de incentivos fiscais.
d) Ampliação de políticas protecionistas.
e) Desenvolvimento dos meios de comunicação
A
moderna “conquista da Amazônia” inverteu o eixo geográfico da colonização da
região. Desde a época colonial até meados do século XIX, as correntes
principais de população movimentaram-se no sentido Leste-Oeste, estabelecendo
uma ocupação linear articulada. Nas últimas décadas, os fluxos migratórios
passaram a se verificar no sentido Sul-Norte, conectando o Centro-Sul à
Amazônia.
OLIC,
N. B. Ocupação da Amazônia, uma epopeia inacabada. Jornal Mundo, ano 16, n. 4,
ago. 2008 (adaptado).
O primeiro eixo geográfico de
ocupação das terras amazônicas demonstra um padrão relacionado à criação de
a)
núcleos urbanos em áreas
litorâneas.
b) centros agrícolas modernos no interior.
c) vias férreas entre espaços de mineração.
d) faixas de povoamento ao longo das estradas.
e) povoados interligados próximos a grandes rios.
A
interface clima/sociedade pode ser considerada em termos de ajustamento à extensão
e aos modos como as sociedades funcionam em uma relação harmônica com seu
clima. O homem e suas sociedades são vulneráveis às variações climáticas. A
vulnerabilidade é a medida pela qual uma sociedade é suscetível de sofrer por
causas climáticas.
AYOADE,
J. O. Introdução a climatologia para os trópicos. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2010 (adaptado).
Considerando o tipo de relação entre
ser humano e condição climática apresentado no texto, uma sociedade torna-se
mais vulnerável quando
a) concentra suas atividades no setor primário.
b) apresenta estoques elevados de alimentos.
c) possui um sistema de transportes articulado.
d) diversifica a matriz de geração de energia.
e) introduz tecnologias à produção agrícola.
Texto I
Ao se
emanciparem da tutela senhorial, muitos camponeses foram desligados legalmente
da antiga terra. Deveriam pagar, para adquirir propriedade ou arrendamento. Por
não possuírem recursos, engrossaram a camada cada vez maior de jornaleiros e
trabalhadores volantes, outros, mesmo tendo propriedade sobre um pequeno lote,
suplementavam sua existência com o assalariamento esporádico.
MACHADO,
P. P. Política e colonização no Império. Porto Alegre: EdUFRGS, 1999
(adaptado).
Texto II
Com a
globalização da economia, ampliou-se a hegemonia do modelo de desenvolvimento
agropecuário, com seus padrões tecnológicos, caracterizando o agronegócio. Essa
nova face da agricultura capitalista também mudou a forma de controle e
exploração da terra. Ampliou-se, assim, a ocupação de áreas agricultáveis e as
fronteiras agrícolas se estenderam.
SADER,
E.; JINKINGS, I. Enciclopédia Contemporânea da América Latina e do Caribe. São
Paulo: Boitempo, 2006 (adaptado).
Os textos demonstram que, tanto na
Europa do século XIX quanto no contexto latino-americano do século XXI, as
alterações tecnológicas vivenciadas no campo interferem na vida das populações
locais, pois
a) induzem os jovens ao estudo nas grandes cidades, causando o
êxodo rural, uma vez que formados, não retornam à sua região de origem.
b) impulsionam as populações locais a buscar linhas de
financiamento estatal com o objetivo de ampliar a agricultura familiar, garantindo
sua fixação no campo.
c) ampliam o protagonismo do Estado, possibilitando a grupos
econômicos ruralistas produzir e impor políticas agrícolas, ampliando o
controle que tinham dos mercados.
d) aumentam a produção e a produtividade de determindas culturais
em função da intensificação da mecanização, do uso de agrotóxicos e cultivo de
plantas transgênicas.
e) desorganizam o modo tradicional de vida impelindo-as à busca por
melhores condições no espaço urbano ou em outros países em situações muitas
vezes precárias.
A
irrigação da agricultura é responsável pelo consumo de mais de 2/3 de toda a
água retirada dos rios, lagos e lençóis freáticos do mundo. Mesmo no Brasil,
onde achamos que temos muita água, os agricultores que tentam produzir
alimentos também enfrentam secas periódicas e uma competição crescente por
água.
MARAFON,
G. J. et. al. O desencanto da terra: produção de alimentos, ambiente e
sociedade. Rio de Janeiro: Garamond, 2011.
No Brasil, as técnicas de irrigação
utilizadas na agrcultura produziram impactos socioambientais como
a)
redução do custo de produção.
b) agravamento da poluição hídrica.
c) compactação do material do solo.
d) aceleração da fertilização natural.
e) redirecionamento dos cursos fluviais.
Disponível em: http://nutriteengv.blogspot.com.br. Acesso em: 28 dez. 2011.
Na charge faz-se referência a uma
modificação produtiva ocorrida na agricultura. Uma contradição presente no
espaço rural brasileiro derivada dessa modificação produtiva está presente em:
a) Expansão das terras agricultáveis, com manutenção de desigualdades
sociais.
b) Modernização técnica do território, com redução do nível de
emprego formal.
c) Valorização de atividades de subsistência, com redução da
produtividade da terra.
d) Desenvolvimento de núcleos policultores, com ampliação da
concentração fundiária.
e) Melhora da qualidade dos produtos, com retração na exportação de
produtos primários.


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